Por elas… e para elas

Eu sou de uma geração em que o menino-homem tinha que ser macho. Qualquer resquício de sensibilidade era confundido com coisa de mulherzinha, já que ser sensível era prerrogativa feminina. Daí para transformar um menino sensível em viado, bicha, boiola, era fácil – homossexual, quando muito, era palavra usada por gente letrada, culta… até mesmo Leia mais… »

Porque nossa democracia é mambembe (II)

Nas cidades, o paulatino mas eficiente processo destrutivo seguiu roteiro mais sofisticado: a redução de recursos e da qualidade no ensino público em contraposição à abertura de espaço e garantia de crescimento/faturamento do ensino privado. Prédios sem manutenção ou em condições precárias, equipamentos defasados ou inexistentes, professores mal remunerados e com muita carga burocrática para Leia mais… »

Eco chatear vai ser preciso (III)

– na redução fiscalizatória, por exemplo, foi absurdamente nociva a decisão de impedir que máquinas e veículos pesados envolvidos em infrações ambientais sejam destruídos quando descobertos em operações ilegais de desmatamento em florestas e ambientes de preservação ambiental; os proprietários, simplesmente, recolhem-nas e levam para outras áreas, continuando a destruição; – a desordem institucional no Leia mais… »