Eu e a música (III)

Minha história com a música neste blog terminava ali, ouvindo o Noturno de Chopin. Aí apareceu a Paraíso do Tuiuti no sambódromo e eu percebi que faltava um capítulo nesta história, minha relação com a mais expressiva manifestação cultural brasileira, quando até mesmo a insuperável separação de classes que perdura no país, não impede, nem Leia mais… »

Eu e a música (I)

Nos meus tempos de jovem, há muito tempo atrás, eu não tinha muita ligação com a música. Por uma razão muito simples: música pressupunha dança e dança pressupunha uma aproximação com o sexo oposto, coisa que minha timidez crônica tornava extremamente complicada. Na minha fase infanto-juvenil, conversar normalmente com uma menina era um tormento enorme. Leia mais… »

Ódio a Lula (II)

De qualquer modo, estas discussões emocionais (intensamente repetidas nas redes sociais) me levam, sempre, à dúvida inicial: por que a classe média odeia Lula?  Outro dia, em conversa com um amigo anti lulista, tentei ir mais fundo nesta questão. Ex colega de trabalho e tendo as origens (filho de profissionais liberais) e o mesmo perfil Leia mais… »

Cheguei até aqui… E agora?

Até hoje não tinha me dado conta do que significa ser velho… Existem, a algum tempo já, indicações claras das facilidades legais oferecidas aos velhos, como a preferência nos caixas de bancos ou em estacionamentos ou da gratuidade em ônibus – que eu não uso há muitos anos – e das dificuldades físicas que, no Leia mais… »

A última aventura (II)

                   Em toda a minha vida profissional, eu apliquei uma expressão que aprendi de um professor de Ética no Curso de Jornalismo: “mais cedo ou mais tarde, a irresponsabilidade cobra seu preço”. Isto me veio à memória dois dias depois desta minha última aventura, quando estava escornado Leia mais… »

A última aventura (I)

Eu nunca fui corajoso. Digo corajoso naquele sentido que a cultura brasileira da minha época de jovem dava: o garoto sem medo, orgulho do papai, que enfrentava tanto outros garotos da rua, quanto pegava bonde andando ou era o primeiro a “chegar” nas meninas, mesmo sem saber o que isto realimente significava… Lembro bem da Leia mais… »

Novo ano novo… (?)

Este texto é um mea-culpa do texto anterior (Velho ano novo). Nele, eu fui muito ranzinza (a idade provoca angústias existenciais que dão má digestão e, consequentemente, azia mental) com esta data que, independentemente do comercialismo, desperta tantas esperanças pelo mundo todo. Minha primeira filha me puxou a orelha por causa disto. Escreveu: “Eitcha que Leia mais… »