VIOLÊNCIAS (I)MORAIS

O fato não é extraordinário… ao contrário, ele é até muito comum em edifícios e condomínios Brasil afora. A classe média brasileira é culturalmente preconceituosa, muito particularmente com relação ao status, à situação social. Como a nefanda distribuição de renda no país, ao longo dos séculos, deixou na pobreza uma imensa maioria de pretos, pardos Leia mais… »

Uma luta permanente

Eu sou, em certa medida, um sobrevivente da ditadura. Não no sentido físico, igual aqueles tantos jovens da minha geração, alguns amigos bem próximos até, que foram presos e torturados nos porões do DOPS ou nas masmorras do DOI-CODI ou tiveram que asilar-se para não serem mortos e permanecerem desaparecidos até hoje. Sinto que sou Leia mais… »

A morte e a morte do amor

Aproximando-me dos 70 anos, desde sempre e ainda agnóstico, a caraminholagem é inevitável:  o que é a morte?  Que morte…  a  física ou a do amor?, indagam alguns neurônios,  ainda jovens e ativos. Qual a diferença?,  responde, socraticamente, meu velho e esquecido eu poeta, que lia e ouvia Vinícius de Moraes como um deus único Leia mais… »

Não quero nem saber!

O povo brasileiro no geral, independentemente de cor, religião ou posição social, sempre teve uma conhecida, e elogiada, postura cordial perante a vida. Cordial no sentido de afetuoso,  sincero,  afável,  franco,  afetivo,  amistoso,  carinhoso, solidário… Mesmo com a violência hoje presente nas metrópoles e grandes cidades, o estrangeiro que nos visita se encanta com certas peculiaridades  muito nossas, como uma Leia mais… »

Não é golpe! É (g….e*)…

  Em 1964, depois de uns dois anos de preparação silenciosa e muito bem conduzida por políticos conservadores, grandes empresários de direita e militares doutrinados pelo pensamento “democrático” norte-americano, houve um golpe contra um presidente, que fora eleito legitimamente como vice – naquela época, vice também tinha que ser eleito, independentemente do presidente, tanto que Leia mais… »

11. DE RIDICULARIA A IRRELEVÂNCIAS

A mentira da Folha de São Paulo que, falseando uma pesquisa de seu próprio instituto, Datafolha, mancheteou que 50% da população brasileira aprovava Michel na presidência do pais, não durou o dia… foi contestada, foi criticada e foi reconhecida como uma besteira até mesmo pela ombudswoman do jornal. A verdade é que a população pesquisada Leia mais… »