Meus pitacos quase diários (25,26, 27, 28 e 29/12/2025

1 – Os bastidores continuam fervendo, e não só em Brasília. Os ataques, antes e sempre, baseados em fontes “protegidas”, ultrapassaram os controles e caíram no diz-que-diz-que das redes. E há um inevitável fedor que começa a empestear os altos escalões da República. – Mas, e se esta informação do blog for verdadeira? Se a Leia mais… »

Meus pitacos quase diários (18, 19 e 20/12/2025)

1 – Até tu, Sóstenes? Logo você, o eco retumbante do Malafaia entre os representantes do povo, o chefe da tropa de choque bolsonarista, a voz de Deus que exige submissão absoluta de seus fiéis aos princípios morais e cristãos? Que aconteceu com tais princípios? – Quanto ao Jordy, era inevitável… Ele faz parte daquele Leia mais… »

Meus pitacos quase diários (15, 16 e 17/12/2025)

1 –  Enfim, está explicado porque os ilustres desembargadores do TRF-4 nem leram as centenas de páginas em que Sérgio Moro condenava Lula sem provas e não só aprovaram a condenação como aumentaram a pena pedida por ele. Que as investigações da PF prossigam e talvez saberemos… -…porque os desembargadores foram chantageados e, se gravações Leia mais… »

Meus pitacos quase diários (12, 13 e 14/12/2025)

1 – Depois de brigar 21 anos contra milicos e políticos safados, parte dos jovens da minha geração, eu incluso, ajudamos a instalar uma democracia que, mesmo mambembe, iria vencer as imensas desigualdades históricas do país. Passaram-se 40 anos… e houve algumas mudanças. Poucas. – Pois a democracia continua mambembe, sujeita a golpes, o povo Leia mais… »

Meus pitacos quase diários (06, 07 e 08/12/2025)

1 – Os bastidores de Brasília sussurram que Michelle era uma garota da periferia que, bonita e fisicamente desejável, virou terceirizada na Câmara e, como tantas outras, atraiu os olhos e a concupiscência de Suas Excelências. E, nesta convivência, aprendeu as mumunhas do poder… – Seu imbrochável marido está preso e inelegível até a morte. Leia mais… »

Meus pitacos quase diários (03, 04 e 05/12/2025)

1 – Brasileiros de todas as classes aprovam invasões de favelas e periferias pela polícia e aplaudem a coleção cada vez maior de corpos resultantes de tais operações. ‘É tudo bandido, pô!’, costumam justificar. Pena que não tenham a mesma reação em relação a outro tipo de bandidagem… 2 – No estágio alcançado pela humanidade Leia mais… »