Do meu twitter (bleorgh.com): marchando pro brejo 10

Pitacos no Twittwer entre  30/06 a 06/07/2019             30/06 – Nelson Rodrigues já proclamava o complexo de vira-lata do brasileiro, mas nunca pensei que chegássemos a tanto, o presidente do Brasil bancando o camelô de bijuteria de nióbio no Japão… Que diferença, heim?: Lula no centro em 2010 e o Mito camelô! Vendendo nióbio: https://www.youtube.com/watch?v=fTbP7SXvrxo Leia mais… »

O escolhido

É impressionante como a gente consegue se enganar com determinadas pessoas com quem a gente convive durante certo tempo. Mesmo eu, que me considero bem esclarecido, com idade mais do que suficiente para entender as pessoas em seus desejos, angústias, dúvidas, incompreensões, às vezes sou surpreendido pelas posturas que estas pessoas tomam, principalmente nas redes Leia mais… »

O amor está escondido no fim do arco-íris (II)

Durante um longo período – da minha infância até os 40 anos pelo menos – este 4º poder (no Brasil, pelo menos) se alinhava ao poder constituído, influenciando decisões de governo ou alinhava-se à oposição, sempre e em qualquer situação, infringindo a regra básica do Jornalismo que me foi ensinada no curso: ética e imparcialidade Leia mais… »

O amor está escondido no fim do arco-íris (I)

Quando cursei  Jornalismo há quase 50 anos atrás, havia a matéria Técnica de Redação, que era essencial para quem pretendia seguir carreira. Naquela época, apesar de a gente ter aulas de Ética, Radio jornalismo, Publicidade, Relações Públicas, Fotografia, História das Artes, Economia, o fundamental em comunicação era o jornalismo de jornal mesmo. Tanto que quem Leia mais… »

Política do bolso (III)

Há uma contraposição lógica: em 28 anos, de 1991, quando o Distrito Federal passou a eleger seus governadores, até agora, apenas dois políticos de esquerda se elegeram à governança distrital, e eles não foram marcantes. Cristóvão Buarque, um intelectual que foi reitor da UnB, fracassou como gestor de uma cidade (sua única marca foram as Leia mais… »

Política do bolso (II)

Como eu disse, Brasília é carente de indústrias. Sua economia depende do Orçamento Federal (há um Fundo Constitucional que banca Segurança, Educação e Saúde), e, em termos privados, da área de serviços e de empreiteiras e construtoras, as grandes pagadoras de impostos e, por cima ou por baixo dos panos, financiadoras das campanhas eleitorais. Os Leia mais… »