Política do bolso (III)

Há uma contraposição lógica: em 28 anos, de 1991, quando o Distrito Federal passou a eleger seus governadores, até agora, apenas dois políticos de esquerda se elegeram à governança distrital, e eles não foram marcantes. Cristóvão Buarque, um intelectual que foi reitor da UnB, fracassou como gestor de uma cidade (sua única marca foram as Leia mais… »

Política do bolso (II)

Como eu disse, Brasília é carente de indústrias. Sua economia depende do Orçamento Federal (há um Fundo Constitucional que banca Segurança, Educação e Saúde), e, em termos privados, da área de serviços e de empreiteiras e construtoras, as grandes pagadoras de impostos e, por cima ou por baixo dos panos, financiadoras das campanhas eleitorais. Os Leia mais… »

Política na veia (III)

Só que os pilares estão desmoronando. Depois de alguns entreveros com os ‘garotos’ do presidente e desaforos trocados com o guru do presidente, os militares de pijama, vice presidente incluso, se calaram e, agora, só abrem a boca para defender bobagens de ministros e safadezas da Lava Jato (dois, aliás, já foram defenestrados, o secretário Leia mais… »

Política na veia (II)

Ao longo de 50 anos, eu aprendi algumas coisas infalíveis na política, uma delas que uma frase atribuída a Magalhães Pinto, banqueiro e ex-governador de Minas, um dos grandes líderes civis da ditadura, é totalmente ignorada pela esquerda, que, parece, não consegue alcançar seu significado, talvez porque quem a disse foi um banqueiro de direita. Leia mais… »

Política na veia (I)

Já escrevi aqui que eu acompanho política, com gosto, há muitos e muitos anos. Não sou político, primeiro porque na época ideal para me tornar um, quando universitário, a ditadura mandava, e  fazer política podia dar em prisão, tortura e morte. Depois, já profissional, eu acreditava que o fato de ser jornalista me impedia, eticamente, Leia mais… »