Para onde vamos…

Minha terra tem ladeiras,///mas não tem mais sabiás…/// todas fugiram assustadas///com o prefeito que’tá lá! O povo ‘tav’insatisfeito///Com os políticos de lá… Arranjou, então, um jeito///De manda-los passear! Assim Egídio foi eleito///e começou logo a mudar: de cara, arrancou as palmeiras///e afugentou as sabiás! No lugar das velhas palmeiras,///Stands de tiros mandou botar… Queria de Leia mais… »

Recordações da minha pátria morta (III/III)

Não tenho arrependimentos maiores por ter fugido. Minha única filha residente no Brasil é casada com um oficial da Aeronáutica… Não corre qualquer risco. Parte dos parentes votou no Coiso ou se omitiu… e não se envolve com política, estando protegida, portanto, de perseguições ou prisões ordenadas pelo Estado. Os que se envolveram na disputa Leia mais… »

Recordações da minha pátria morta (II/III)

Sob a égide ‘Deus, Pátria e Segurança”, o vice general tornou-se presidente constitucional do Brasil e retomou, de imediato, as premissas básicas de 1964: contestar a “democrática postura dos militares em assumir o governo do país diante do caos previsto por um presidente inepto era subversão… contestar as medidas salvadoras impostas pelo governo militar era Leia mais… »

Alerta inesperado

Brasília é uma cidade atípica. Planejada e construída pelo sonho de um visionário, Juscelino, que gastou mundos e fundos para implantá-la no centro do Brasil, seu Plano Piloto, praticamente, não tem esquinas, como todas as cidades que surgiram e se desenvolveram naturalmente. E esquinas são pontos estratégicos para os camelôs, vendedores ilegais de mercadorias, muitas Leia mais… »