17. POBRE BRASIL…!

O jogo foi jogado. Dilma foi deposta e Michel virou presidente do Brasil. Com a faixa no peito, embarcou para a China, deixando Rodrigo Maia, presidente da Câmara e talvez o maior factóide de seu pai, César Maia, em seu lugar.  Primeira medida do presidente em exercício: assinar uma medida provisória alterando regras do Estatuto Leia mais… »

Da falta de caráter

O que leva um ser humano a mudar radicalmente suas convicções? Há uma história antiga, sempre lembrada pelos mais velhos, quase que como justificativa para não tomarem atitudes em momentos cruciais da vida, mostrando que o revoltado da juventude se torna um conservador na maturidade e um reacionário intransigente na velhice. A justificativa tem certa Leia mais… »

VIOLÊNCIAS (I)MORAIS

O fato não é extraordinário… ao contrário, ele é até muito comum em edifícios e condomínios Brasil afora. A classe média brasileira é culturalmente preconceituosa, muito particularmente com relação ao status, à situação social. Como a nefanda distribuição de renda no país, ao longo dos séculos, deixou na pobreza uma imensa maioria de pretos, pardos Leia mais… »

Uma luta permanente

Eu sou, em certa medida, um sobrevivente da ditadura. Não no sentido físico, igual aqueles tantos jovens da minha geração, alguns amigos bem próximos até, que foram presos e torturados nos porões do DOPS ou nas masmorras do DOI-CODI ou tiveram que asilar-se para não serem mortos e permanecerem desaparecidos até hoje. Sinto que sou Leia mais… »

A morte e a morte do amor

Aproximando-me dos 70 anos, desde sempre e ainda agnóstico, a caraminholagem é inevitável:  o que é a morte?  Que morte…  a  física ou a do amor?, indagam alguns neurônios,  ainda jovens e ativos. Qual a diferença?,  responde, socraticamente, meu velho e esquecido eu poeta, que lia e ouvia Vinícius de Moraes como um deus único Leia mais… »