Diógenes e sua lamparina inútil (II)
Andando pela esplanada vazia, Diógenes se senta num banco da praça da Biblioteca Nacional ligeiramente aturdido, e é alertado por uma repórter de tevê, sentada noutro banco, que ele devia usar máscara e trocar sua lamparina por um celular. Diante da cara apalermada dele, tira um celular da bolsa, dá-lhe um banho de álcool gel, Leia mais… »