Ontem e hoje…

Vira e mexe a gente recebe, pelas redes sociais, uns posts com recordações dos anos 60/70, afirmando “como eram bons aqueles tempos!!!” Acredito que isto é postado por gente que, como eu, nasceu na década de 40 e, já descendo a montanha da vida, se agarra às lembranças, já que o dia-a-dia, agora, não traz Leia mais… »

O guarda da esquina

Nos idos de 60 a coisa ficou feia. Muito feia!  A quartelada tinha dado certo, os militares empalmaram o poder, açulados pela elite política e econômica e, agora, ao contrário da intenção destes, não estavam propensos a largar o osso. Gostaram e começaram a fazer uma limpa em todas as lideranças civis, mesmo as que participaram Leia mais… »

De festas e farras II

Eu já disse: viver é algo fantástico!  As farras sem limites, sem barreiras, sem pudor acabaram… E sem deixar saudades! A estrada fizera mais uma curva e a caminhada mudou o seu andar. Mas, sem abandonar as festas e os carnavais. A nova família era grande! E era unida. E era amorosa. E gostava de Leia mais… »

De festas e farras I

Viver é algo fantástico! Você pode estar lá no fundo do poço, achando tudo uma merda, apesar de ser Carnaval, quando de repente, não mais que de repente, uma frase num post provavelmente despretensioso, acende uma luz e mostra uma escada, comprida, muito comprida mas, de qualquer modo, uma escada para longe do fundo do Leia mais… »

Da falta de caráter

O que leva um ser humano a mudar radicalmente suas convicções? Há uma história antiga, sempre lembrada pelos mais velhos, quase que como justificativa para não tomarem atitudes em momentos cruciais da vida, mostrando que o revoltado da juventude se torna um conservador na maturidade e um reacionário intransigente na velhice. A justificativa tem certa Leia mais… »

VIOLÊNCIAS (I)MORAIS

O fato não é extraordinário… ao contrário, ele é até muito comum em edifícios e condomínios Brasil afora. A classe média brasileira é culturalmente preconceituosa, muito particularmente com relação ao status, à situação social. Como a nefanda distribuição de renda no país, ao longo dos séculos, deixou na pobreza uma imensa maioria de pretos, pardos Leia mais… »

A morte e a morte do amor

Aproximando-me dos 70 anos, desde sempre e ainda agnóstico, a caraminholagem é inevitável:  o que é a morte?  Que morte…  a  física ou a do amor?, indagam alguns neurônios,  ainda jovens e ativos. Qual a diferença?,  responde, socraticamente, meu velho e esquecido eu poeta, que lia e ouvia Vinícius de Moraes como um deus único Leia mais… »