Amor eterno

Vá a um parque frequentado por muita gente num domingo. Normalmente, você encontrará muitos casais, jovens de bicicletas ou patins, trintões brincando com os filhos nos balanços ou gangorras ou escorregadores, quarentões fazendo caminhadas e velhos sentados em bancos das praças ou caminhando ao ameno sol da manhã. Observe os jovens enamorados: estão sempre de Leia mais… »

Cannabis sativa (II)

E aqui a gente entra noutro ponto de debate do programa: a violência provocada pelas drogas, pelo crime organizado ou não, em torno da comercialização destes produtos. Isto porque no Uruguai, por exemplo, desde a legalização da maconha, houve queda de 40% nos crimes relacionados ao narcotráfico. Mas, é óbvio, não é só a maconha Leia mais… »

Cannabis sativa (I)

Nos meus tempos de faculdade, em plena ditadura, eu experimentei maconha. Havia uma espécie de satisfação revolucionária em fazer algo que era proibido, como se, por fumá-la, em reuniões de estudo ou festinhas particulares, nós estivéssemos contestando e desafiando um regime detestável, que censurava nossas vozes e impedia nossas manifestações de discordância, nossa liberdade de Leia mais… »

A despedida (III)

Dezinha e Jean Philipe estavam voltando para a mesa, acompanhados por um cinquentão que eu conhecia de jornais e  telejornais, Luiscarlysson Lemos*, deputado que vinha se destacando muito por seu posicionamento radical em relação à violência cada vez mais explosiva no Brasil (“todo brasileiro de bem tem direito de possuir uma arma!”) e os movimentos Leia mais… »

A despedida (II)

— Meu avô tinha uma biblioteca imensa em sua mansão de São Paulo. Ele tinha canaviais em Pernambuco, mas resolveu investir no Sul quando meu pai veio fazer faculdade em São Paulo. Ficou mais rico ainda, mas não era bem aceito pela sociedade quatrocentona. Daí, comprou um sobradão de uma família tradicional falida, comprou livros Leia mais… »

A despedida (I)

Surpreendentemente, houve um convite. Graficamente bem feito, com a imagem marcante de uma mulher indo em direção ao poente; no verso, uma frase: “Estou indo embora e quero ver você”, o local (o próprio clube), dia e horário. Nada mais. Pouco depois de achar o convite na caixa de correspondência, recebi uma ligação do meu Leia mais… »

A zona

Eu nunca soube por que, nos bons tempos da minha juventude, a área onde se concentravam casas de prostituição era chamada de zona. Tentei descobrir agora, mas não há nada específico, em dicionários ou no Google informando a origem da palavra com esta conotação de local “liberado” para o meretrício. O mais próximo que se Leia mais… »

Nós merecemos! (III)

Já minha pinimba com a Oi ainda não foi definitivamente resolvida. Mas é mais recente. Começou em março, quando fui agraciado com uma promoção especial para clientes de telefones fixos (eu tenho duas linhas, ainda do tempo da Telebrasília). Numa delas estava acoplada a transmissão de Internet e eu vinha insistindo, há tempos, para aumentar Leia mais… »