Eu estou cansado… (III/III)

Mas era preciso persistir: a ditadura estava se esfarelando. E desmoronou em 1985.  Naquele ‘jeitinho’ característico do Brasil: eleição indireta de um político de oposição, reconhecidamente moderado, conciliador e conservador… que não assumiu, pois morreu antes. E quem virou presidente? O vice, um político que apoiou a ditadura desde o início, também conciliador e conservador. Leia mais… »

#EleNão!

Mais uma vez, a disputa eleitoral é entre o modo conservador democrático de governar (só que este modo, por estupidez e ânsia de poder do PSDB, se transformou em um modo fascista, que dissolveu o PSDB nesta eleição) e o modo popular democrático (que o PT, também por estupidez e ânsia de poder, tornou  um Leia mais… »

Minha teoria da conspiração (IV/IV)

Há muitos outros fatos estranhos que eu poderia relacionar nesta minha teoria, fatos que, se o Brasil tivesse uma imprensa realmente interessada em fazer seu trabalho respeitando seus leitores, ouvintes e telespectadores, poderiam ser investigados com profundidade. Não tem! Sua preocupação é o espetáculo, não a prestação de um serviço público, como bem alertou mestre Leia mais… »

Minha teoria da conspiração (I de IV)

No primeiro debate dos presidenciáveis na TV Bandeirantes, o candidato do Patriotas, Cabo Dacciolo lançou uma palavra-chave, URSAL, ao fazer uma pergunta a outro candidato, Ciro Gomes. A palavra viralizou nas redes sociais até aparecer uma socióloga que esclareceu, num jornal, que URSAL, União das Repúblicas Socialistas da América Latina, fora um termo jocoso, criado Leia mais… »

In memoriam

Eu não sou um homem muito viajado, internacionalmente falando. Conheço cidades fronteiriças da Bolívia (Puerto Suárez) e do Paraguai (Pedro Juan Caballero, Salto del Guayra e Ciudad del Leste), Montevidéo e algumas cidades do Uruguai, Passo de Los Libres e Buenos Aires, na Argentina,  Abdjan, na Costa do Marfim, Dakar, no Senegal, Washington e Nova Leia mais… »