A política no Brasil e o PT, seus erros e acertos (4)

(continuação) Volto, então, ao nosso presidencialismo de coalizão para mostrar o contexto histórico e completar os questionamentos dos jovens ao PT e seus governos. Itamar, que era detestado pela grande imprensa, que apelidou seu governo de República do Pão de Queijo, porque tinha muitos ministros mineiros, era um bom conservador e tocou o barco, apenas… mas Leia mais… »

A política no Brasil e o PT, seus erros e acertos (3)

(continuação) Fernando Collor era um jovem governador de Alagoas, filho e herdeiro de uma tradicional e ultra-conservadora família política do Estado. Em meio à degringolada geral e mercê de uma associação feita pela grande imprensa, de que esta degringolada era culpa do Estado, que era muito inchado e gastador, ele se lançou candidato à presidência, Leia mais… »

A política no Brasil e o PT, seus erros e acertos (2)

(continuação) Jango, graças principalmente a um cara chamado Darcy Ribeiro, que criou a UnB, tentou mudar a cara do Brasil, elevando seu patamar civilizatório em termos educacionais, culturais, sociais e econômicos (as chamadas Reformas de Base) e foi inapelavelmente derrubado pelas forças conservadoras que dominaram o Brasil desde seu descobrimento, apoiadas pelos Estados Unidos. Daí, Leia mais… »

Difícil de entender

Muitos jovens que passaram a participar mais ativamente da política em tempos recentes, estimulados, principalmente, pela convivência constante através das redes sociais, consideram a política como algo sujo, desonesto ou, no mínimo, cínico. A imensa maioria não aceita, nem compreende, o parlamentar de um partido de oposição que faz um discurso da tribuna, atacando seu Leia mais… »

O que é roubar?

O conhecido deputado baiano José Carlos Aleluia, do DEM, não é considerado do baixo clero da Câmara Federal. Com uma extensa ficha política, iniciada nos bons tempos de Antônio Carlos Magalhães, Aleluia começou dirigindo estatais, a Coelba, no âmbito estadual, e a Chesf, no federal, entre 1987 e 1989. Aí, pulou direto para a deputança Leia mais… »

Vésperas

As vésperas são sempre torturantes. Pessoais ou não. Me lembro da primeira véspera da minha vida: provas de admissão ao Colégio Militar de Belo Horizonte. Meu pai achava que eu era muito sensível, aquela história de que macho que é macho não chora… e eu chorava muito,ou seja, precisava de uma educação mais marcial para Leia mais… »

A história não perdoa

Pessoas mais velhas como eu tem o hábito de repetir frases feitas, como se elas indicassem um conhecimento da verdade, baseado numa “longa experiência de vida”. Uma destas frases é “recordar é viver”. Pensei nisso ao viver, hoje, a mesma agitação de 24 anos atrás, antecedente à memorável sessão da Câmara que cassou o presidente Leia mais… »

De vices gulosos

Meus pais se mudaram para Belo Horizonte quando eu tinha seis anos. Fora o primeiro ano, em que a gente viveu num hotel, eu morei na rua Tupinambás com Bahia até os 25 anos, quando casei. O Edifício Mantiqueira foi o primeiro prédio de apartamentos da região, com uma localização perfeita para crianças e adolescentes: dois Leia mais… »