Novo ano novo… (?)

Este texto é um mea-culpa do texto anterior (Velho ano novo). Nele, eu fui muito ranzinza (a idade provoca angústias existenciais que dão má digestão e, consequentemente, azia mental) com esta data que, independentemente do comercialismo, desperta tantas esperanças pelo mundo todo. Minha primeira filha me puxou a orelha por causa disto. Escreveu: “Eitcha que Leia mais… »

Velho ano novo

Eu estou pensando seriamente em ir morar no sertão… Ou numa ilha deserta no meio do Oceano Atlântico (o sertão eu sei que continua existindo, mas haverá alguma ilha deserta no meio do Oceano Atlântico? Ou do Pacífico? Aliás, haverá alguma ilha desabitada disponível neste mundão de meus deuses? Acho difícil…) Por isto, a opção Leia mais… »

Os sons do silêncio

Há um silêncio ensurdecedor no Brasil hoje. A partir de 2013, manipuladas por interesses bem conhecidos da elite financeira e do poder econômico nacional e internacional, e insuflada pela mídia familiar e pelas redes sociais, as classes alta e média bateram panelas, vestiram verde e amarelo e saíram às ruas berrando palavras de ordem contra Leia mais… »

Noites de Natal

Noites de Natal não são muito marcantes em minhas lembranças. Talvez porque, desde cedo, eu não estivesse muito ligado nestas tradições católico-apostólico-romanas, talvez porque nunca recebi um presente de Papai Noel que tivesse algum significado profundo para a minha mente infantil… Mais provável: minha lembrança mais antiga de um Natal me traz uma sensação triste Leia mais… »

O dia em que o governador pousou lá em casa e tropicou na minha grama! (III)

Retornando aos fatos e tentando,  a muito custo,  manter a isenção Querendo equilibrar a desinformação (proposital?) oficial com as certezas declaradas (propositais?) pela Imprensa, a associação representativa da região solicitou a interveniência  da Comissão de Meio Ambiente da Câmara Distrital de Brasília que, prontamente, marcou uma reunião ordinária – com a presença de três de seus Leia mais… »

O dia em que o governador pousou lá em casa e tropicou na minha grama! (II)

As versões – quem sabe, verdades, para nós, moradores (e palhaços!) Durante a primeira fase dos fatos – agosto e parte de setembro – enquanto Escola e Secretarias trocavam “figurinhas”, a comunidade pouco participou do processo. Os mais  diretamente interessados, caseiros e prestadores de serviços pais e mães dos alunos da Escola, preocuparam-se com a Leia mais… »

O dia em que o governador pousou lá em casa e tropicou na minha grama! (I)

Agora não daria mais, mas à época que isto aconteceu, a chácara onde moro tinha uma área gramada de 04 mil m² que dava perfeitamente para descer um helicóptero – hoje a área tem árvores ou projetos de árvores que, no futuro, serão a minha reserva natural, uma exigência para quem possui terras em lugares Leia mais… »

De medo e covardia…

Eu passei boa parte da minha infância e pré-adolescência com medo de ser covarde. Explico: na avaliação de minha mãe, sempre cheia de dedos quando se trata de sentimentos, eu era “um bebê calmo,  que nunca reclamava, chorava muito pouco, não dava nenhum trabalho”, o oposto do primeiro filho, quatro anos mais velho, que sempre Leia mais… »