Todos por um (I)

Alexandre Dumas, pai, é um dos grandes nomes da literatura francesa, autor de centenas de livros traduzidos em praticamente todas as línguas e transformadas em filmes  que levaram milhões de pessoas aos cinemas e continuam levando, hoje, às telas de TV, smarts e celulares. Os Três Mosqueteiros, por exemplo, já foi filmado tantas vezes que Leia mais… »

De novo, não!

Desde a minha juventude, eu tenho um pé atrás com a vida militar e uma pinimba, meio preconceituosa, confesso, com os militares. A origem mais visível disto vem da época em que terminei o grupo escolar e tinha que entrar no ginásio. Meu pai (eu imagino hoje) devia achar que eu, que era tímido, não Leia mais… »

Jornada de um míope para a escuridão (II)

Infeliz e inapelavelmente, minha miopia não estacionou, continuou avançando. E me causou situações embaraçosas e ridículas, algumas até engraçadas, ao longo da vida pessoal e profissional. Como quando conheci minha primeira mulher, viajando de ônibus para o sul de Minas. Passamos boa parte da noite conversando e marcamos de nos encontrar de novo no boliche Leia mais… »

Cadê o fundo, meu deus! (II)

É bem verdade que os membros da Polícia Federal, da Procuradoria Geral da República e de outros órgãos de controle de governos passaram a arrotar importância e exigir e conquistar certas regalias inaccessíveis à maioria dos brasileiros após a ascensão de Lula Presidência, que ampliou os recursos e poderes destas instituições, consideradas de controle, além Leia mais… »

A ilusão fabricada das manchetes (II)

Estava escrevendo este texto quando me veio à memória, nitidamente, uma campanha da AERP (Assessoria Especial de Relações Públicas da Presidência da República), comandada até 1974, no governo Médici, pelo general Octávio Costa, um ‘goebelzinho’ pátrio.  Corria o ano de 1975 e Médici, o general de olhos azuis faiscantes (segundo o cartaz da época, que Leia mais… »